terça-feira, 20 de maio de 2014

Uma flor

Postado por Glaucia Mizuki às 11:23 0 comentários


No ventre da flor
uma semente 
cresce
muda
cresce

floresce
e fotografa flores


Fotógrafo: Samuel Mizuki, 3 anos


domingo, 16 de fevereiro de 2014

Poema: Fotografando com o Paintbrush

Postado por Glaucia Mizuki às 15:15 0 comentários
Momento fotografado com o paintbrush - Sam com binóculos

Tenho um jeito meu de olhar a vida, que me faz ver curvas que ninguém mais vê.

E as cores que eu imagino tem pigmentos e partes que não se tocam e se amam.

Pontos que na distância se complementam .

Nem platônico, nem carnal, nem romântico ou fraternal... só um sentimento.

Como o azul beijando o amarelo
e recebendo de volta um abraço...
e aos poucos desaparecem
em partes de verde
como crias e criação de si mesmos.

Como o amor que sinto por ti.
Sem preocupação estética mas
estática e totalmente imóvel diante do teu sorriso.

Te amo ,

apenas por me fazer ser a pessoa que eu nunca imaginei que poderia ser.





quinta-feira, 30 de maio de 2013

Poema: Mal me quer

Postado por Glaucia Mizuki às 01:16 2 comentários

O poema é uma flor
que mal me quer.

Não escrevo?
 Nem me atrevo!
Sem rima, sem métrica 
e
 sen
ti
...mento.


Poema: O MEDO DEVORA

Postado por Glaucia Mizuki às 00:46 0 comentários
O medo devora a retina.

A solidão?
Ah, esta menina...
de saia rodada
e mãos compridas.
Segura o ar
o sono
a vida.
E o tempo?
Passa, periférico...

no canto direito
e inferior
da tela do computador. 


sábado, 25 de maio de 2013

Margarida

Postado por Glaucia Mizuki às 21:11 0 comentários
Mulher
amada
ri
da
casta
Mulher

A MARGARIDA CASTA.
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(poema de 20 anos atrás)

Poema: Vazio em excesso

Postado por Glaucia Mizuki às 10:59 0 comentários

O vazio que eu sinto não é na alma.
É a ausência de silêncio.
O vazio que eu sinto é na mente.

É excesso de pensamentos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Poema: Meu filho...

Postado por Glaucia Mizuki às 14:17 0 comentários
Meu filho...
é uma tela.
Meu amor e eu 
misturados,
como pigmentos puros 
que se unem para formar 
outra cor.
E na paleta do meu ventre 
Deus pintou.

Meu filho...
é um poema.
Meu sangue e o seu
misturados,
feito letras
que se unem para falar
do amor.
E no vazio do meu útero
Deus rimou.


Espie aqui:

 

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